Fiona

Olá queridos amigos!
Quero mostrar para vocês a nossa nova filha canina: a FIONA!
Uma cadela da raça rottweiler de 2 meses de idade. Não é uma raça que a gente chama de fofa, mas para quem mora em casa, e precisa de um cão de guarda para aumentar a sensação de segurança, é o ideal.
Desde que o nosso amado pastor alemão Zafir morreu, depois de 15 anos de amizade e dedicação, não sentimos vontade de colocar outro cão no seu lugar, primeiro por estarmos ainda ressentidos com a sua morte e segundo porque eu não estava animada a assumir o compromisso de amor e cuidados por tantos anos quantos um novo companheiro precisaria ter para isso.
Mas, (tudo tem um mas não é mesmo?) essa semana que passou, enquanto estávamos na capital para a cirurgia do meu marido (falei no post anterior), recebemos a visita indesejável de um ladrão aqui em casa. Ele entrou somente na garagem, porque na casa e varanda temos alarme e grades por todo lado, e levou algumas coisas que apesar de não serem de grande valor, nos deixa chateados de ver tudo remexido e saber que quem veio e encontrou a facilidade de roubar, certamente voltará para uma segunda potencial tentativa...
Então depois de contar minhas desventuras da semana, vou mostrar a nossa nova "fera", que não será treinada para atacar ninguém, mas que mete medo pela raça que é.
A escolha do nome foi para que se associasse ao nome da namorada do Shrek, que apesar da meiguice, era uma robusta ogra!


De frente e...

...de perfil!


Amigo que é amigo brinca...


... e dorme juntinho!


As crianças da casa: Wili, Zeca e Fiona

Fiquei muito amedrontada de escolher essa raça para nós, mas por insistência de todos fui voto vencido. E pesquisei na internet, além de procurar as opiniões de quem já tem essa raça à muito tempo. O que me disseram e o que vi na net me tranquilizaram, veja:

Características/Temperamento: dominante, de forte personalidade e corajoso. Calmo, pacífico, amigo de crianças, companheiro de família e muito meigo. Obediente, atento a tudo o que o rodeia, excelente guarda, não age sem avaliar a situação ou sem ser ordenado para tal.

Vamos criá-la e educá-la com carinho, que acho que seja o segredo de um cão amigo e fiel, como sempre fizemos com os outros animais que estiveram sob os nossos cuidados. Espero que com o passar do tempo meu medo seja substituído pela confiança.

Bjs e uma boa semana!

fim de semana

No último fim de semana, como contei no post anterior, fomos acampar no nosso lugar preferido: o Camping do Siri em Marataízes-ES.
E eu não resisto e tenho que mostrar um pouquinho do clima bom que acontece nos campings.
A confraternização é o principal agente motivador do verdadeiro campista. Quando fazemos nossos acampamentos, seja em qualquer lugar que estivermos, sempre reencontramos os amigos que fizemos em outras oportunidades ou fazemos novos amigos na ocasião presente. Ou acontecem as duas coisas no mesmo momento!
O combinado desta vez foi um encontro com um primo do marido, sua esposa e filho que estariam estreando na atividade. E que levou alguns casais amigos, também com os filhos, para desfrutarem da experiência.
Só tenho a dizer que o lugar das barracas montadas em círculo, debaixo da sombra das árvores, a proximidade da praia fronteira (com um mar azul e calmo como poucas vezes vemos lá), a liberdade das crianças, a improvisação dos marinheiros de primeira viagem e a interação só de alegria entre todos foi muuuuuito bom e a turminha amou!
Fizemos 8 novos amigos, uma média excepcional para um final de semana, rsrs!!!

O nosso "pimo" Marcelo que tocou e cantou de um tudo!


Momento degustação de delícias: pescoço de perú!!!
Até as crianças avançaram e comeram com vontade!

Nosso novo amigo com seu pequeno pratinho e sua grande fome!

Minha casinha que anda, só para mostrar que eu fiquei metida demais
e coloquei o adesivo de NY na porta, hahaha!

No domingo voltamos para almoçar em casa, mas quando chegamos deu uma preguiça e um desejo ao mesmo tempo e fomos no Restaurante do Curuca - Guarapari/ES, ô delícia!!!
Lá tem um dos meus pratos preferidos: o bobó de camarão, e o sabor deste prato feito por eles não tem igual. Sabe aquela comida que a gente gosta quando é feita por determinada pessoa? Pois o bobó de camarão para mim, só serve se for desse restaurante. Eu faço em casa, como na casa da minha mãe, ou de algum amigo, mas nada se compara ao prato do Curuca. Não sei qual o segredo, só sei que é delicioso.

Da próxima vez que eu for lá, vou ficar anotando o que a cozinheira
coloca na receita que eu amo de paixão!

A moqueca de peixe com molho de camarão que marido pediu
também estava maravilhosa!

Demorei para contar minhas últimas aventuras porque essa semana maridinho operou um dos olhos para colocar uma lente no lugar do cristalino (que estava com início de catarata) e zerar todos os problemas de visão que ele tem. A cirurgia já é bem comum e a lente usada é um espetáculo e ele não vai precisar dos óculos que usa desde criança, olha que maravilha gente!
Na próxima semana ele vai operar o outro olho para fazer a mesma coisa e talvez precise só de um óculos com grau bem pequeno para leitura.
Tudo correu super bem e agora são só os cuidados para não machucar, nem apertar ou esfregar os olhos, e pingar os colírios que o médico receitou.
Ele está tão feliz com o resultado da primeira cirurgia, e diz que até o branco mudou de cor! Fala que as cores têm mais luz, que são mais vivas e bonitas do que as que ele conseguia ver antes!!!
Está igual a criança aprendendo a ler que quer ler tudo em voz alta para mostrar que já consegue, rsrs!
E isto só com um olho que já foi operado e ainda está convalecente... Imagina quando acabar tudo e ele estiver 100% recuperado!
Bom gente querida, assim que der eu volto para contar mais novidades por aqui!
Bjs e um ótimo "novo" final de semana para todos!

receita gostosa e saudável

Bom dia meninas e meninos! Hoje é sábado e deixei esta postagem já programada para entrar bem cedo e quem quiser experimentar terá tempo de comprar os ingredientes!
Uma querida amiga fez essa receitinha como aperitivo num de nossos encontros e, depois de torcer o nariz ao saber do que era feito, coloquei numa torradinha para degustar, já achando que não iria gostar... Ainda bem que me forçaram a sentir o sabor, porque desde então aqui em casa não pode faltar, seja como petisco, ou como acompanhamento do prato principal do almoço.
Essa semana quando fizemos a receita, resolvi fotografar para mostrar e passar essa delicinha para vocês, que além de tudo é muito saudável!
Pega aí um papel e uma caneta e anota que eu garanto que mesmo quem não gosta muito de beringela, como eu, vai ficar freguês desse sabor azedinho bom!!!

ANTEPASTO DE BERINGELA

INGREDIENTES:

- 6 beringelas com casca, lavadas e picadas em cubinhos

- 3 colheres de sopa de azeite
- 6 dentes de alho bem amassados
- 2 cebolas grandes bem picadinhas
- meia xícara de chá de vinagre branco ou tinto
- 100gr de azeitonas verdes (descaroçadas e picadas)
- 100gr de alcaparras picadas
- 1 colherinha de café de orégano
- tempero verde à gosto
-1 pitada de pimenta calabresa seca
- 3 folhas de louro
- meia xícara de chá de passas brancas sem caroço

MODO DE FAZER:
Depois de cortar as beringelas em cubinhos, coloque num recipiente com água
filtrada e deixe até o momento de colocá-la na panela para não escurecer.


Numa panela grande, coloque o azeite, deixe aquecer e refogue o alho até
dourar. Em seguida acrescente a cebola picadinha e deixe refogar até
amolecer um pouco. Nesse ponto junte todos os outros ingredientes e
tampe a panela, mexendo de vez em quando para não queimar no
fundo. Depois de secar o líquido do cozimento, mas ainda com um pouco
de umidade, experimente o sal e acerte.


Misture bem e desligue. Para usar como antepasto, espere
esfriar e coloque na geladeira para resfriar e servir com torradas ou pão sírio.
Se o objetivo for fazer um prato de acompanhamento, sirva ainda quente.

Ih! Esqueci de caprichar na produção desta foto do prato pronto...
Hummm! Está ruim, mas está bom, se é que você me entende!!!

Precisei mudar 2 ítens na receita, por não ter em casa na hora do preparo: fiz sem as alcaparras, e no lugar das passas brancas usei as passas pretas. Mas o sabor continuou bom do mesmo jeito.
Deixei este presentinho para vocês saborearem comigo, porque estarei pensando em todos quando hoje for degustar meu antepasto com os amigos no camping!
Beijos e aproveitem bem o fim de semana!!!

meu home office

Acabei de me lembrar que prometi mostrar para todas meu laptop que trouxe da minha viagem a New York em novembro do ano passado. Então vou cumprir o prometido e com mais um detalhe: o cantinho que arrumei para ele ficar e que se transformou no meu home office.
Ganhei da minha mãe, na época em que ela se mudou para seu apartamento novo (já mostrei a sala dele para vocês), uma mesinha-penteadeira que era da minha avó Jenny. Mandamos restaurá-la e ela ficou como nova! Achei um lugarzinho para ela no meu quarto que parecia ter sido feito de encomenda!

Com a chegada do laptop ela ficou arrumada assim:

Reparem no banquinho, estofado e confortável, que faz conjunto com a mesinha.
Esses móveis são de peroba (madeira) em estilo chippendale, porque as
pessoas daquele tempo eram todas muito chiques!


Meu "bebê" cor de rosa metálico! Ainda estou em lua de mel com ele, rsrs...

Estou muito apaixonada pelo cantinho que foi sendo montado devagarzinho e sem uma idéia pré definida, e que ao final se transformou no meu lugar preferido da casa!
Agora me digam se meu home office vintage não ficou fofo demais?!?!?!
Bjs felizes!

Caixas forradas com tecido

Pessoas queridas! Olha eu aqui "travez", rsrs...
Primeiro tenho que mostrar duas coisinhas: meus peixinhos (alguns que vivem no aquário aqui em casa) porque me espantei com o tamanho deles! De repente reparei que esse vermelho pintado de preto cresceu muuuito e está tão lindo, que resolvi fotografá-lo. E como a foto ficou nítida (mesmo com o reflexo da parede de vidro do aquário) achei que valia a pena mostrar o bonitão para as amigas!


Meus filhos e marido são apaixonados por animais e sempre tenho algum espécime me fazendo companhia. Já tivemos, além dos cachorros, passarinhos de todas as raças e cores, periquitos australianos que se desdobraram em tantos que marido fez um viveiro, hamster que comia sem parar e fazia barulho a noite inteira, peixinhos que sempre nos acalmam e encantam, codornas que procriaram e se multiplicaram, pintinho que virou galo e avançava em todo mundo(aff!!!), até um patinho que veio nadar na piscina por alguns dias e depois voltou para sua mãe...
Minha casa é muito receptiva para humanos e animais como eu sempre digo, hehe!
Então preciso mostrar para vocês a visitinha que recebemos neste fim de semana:

Me digam se não parece um cachorrinho de pelúcia! Mas é de verdade essa gracinha, o Zeca! Tem 60 dias e é um filhotinho lindinho e fofinho (me desculpem tantos inhos mas ele é assim mesmo, hahaha!). Minha nova norinha, a Alessandra é a mamy dessa gostosura, e está derretida de amores por ele! Não é para menos, porque além de tudo ele é tãooo carinhoso e dengoso que dá vontade de abraçar e apertar!
Voltando ao assunto do último post, vou desvendar o mistério das minhas flores ultra-mega coloridas...


Esses dois conjuntos de caixas forradas com chitão florido e coloridão

Essa caixinha de isopor decorada com chitão e fita vermelha

E esse outro conjunto de bolinhas que fiz para o apartamento novo da minha filha e genro...







...e que tem essas florezinhas de fuxico cada uma feita com uma técnica diferente.

Continuo fazendo umas flores e outros bichinhos e quando estiver pronto, vou mostrar com o PAP para vocês aprenderem também.
Todos os meus artesanatos são para minha casa e para presentear as pessoas que gosto, porém fico num dilema terrível: qual será de quem, rsrs!!!
Bjs e fiquem com Deus!

flores e cores


Genteeeee!
Ando apaixonada por umas certas flores e como sou uma pessoa otimista e com alegria de viver, quero sempre tudo colorido!
Mas não é um colorido apagadinho não! Tem que ser só de cores vibrantes e felizes!
Porque eu, e todos nós, precisamos de cores!!!!
Então me aguardem que logo, logo eu mostro tudinho aqui!
Beijos e uma semana linda para todos os meus amigos!

casamentos, frescobol e tênis

Me comunico com muita gente, parentes e amigos, através do correio eletrônico, o nosso tão conhecido e-mail. Geralmente recebo inúmeros por dia e a maioria com aqueles assuntos de sempre, orações, correntes, piadas, sacanagem, dietas mirabolantes, e assim por diante... Mas hoje recebi da Marta, uma ex-colega de faculdade e grande amiga de sempre, um texto que achei que valia a pena dividir com todos vocês. Ah! E para que todos saibam quero dizer que tenho o maior orgulho de ser amiga da Marta Zorzal, e ter convivido bem de perto com essa pessoa que admiro pelas lutas e conquistas profissionais. Hoje ela é uma das pesquisadoras mais bem conceituadas na área das ciências políticas do ES, professora doutora da Universidade Federal e responsável por muitos estudos e catalogações da história política do Estado e do Brasil com a publicação de alguns livros sobre o assunto. Tudo isso só para concluir que mesmo com a vida atribulada, como a que tem essa amiga, temos que nos dar tempo para apreciar e dividir as boas coisas da vida, como esse texto maravilhoso do Rubem Alves, exímio entendedor das relações humanas!

Casamentos, Frescobol e Tênis
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que, os casamentos (relacionamentos) são de dois tipos: Há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol.
Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa. Explico-me.
Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente.
Dizia ele: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria, capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice"? Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar."
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme "O Império dos Sentidos". Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fosse música. A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: "Eu te amo..." Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, "eu te amo" não quer dizer mais nada". "É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética". Recordo a sabedoria de Adélia Prado:
"Erótica é a alma".
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar.
O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua "cortada" palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois, o que se deseja é que ninguém erre.
E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá... Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis.
Ficam à espera do momento certo para a cortada.
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde. Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...
Rubem Alves é educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp (Universidade de Campinas-SP).
Nunca li ou ouvi uma explicação comparativa tão perfeita como essa!
Veio de encontro à todas as minhas convicções de um casamento feliz, além dos carinhos de toque, o carinho das palavras!
Bjs e um lindo fim de semana para todos!